Ativando o empreendedorismo no Brasil

Atualizado: 3 de abr.



Uma boa parte dos brasileiros migraram da forma clássica de trabalho para o empreendedorismo.


A elevada queda dos postos de trabalho devido a pandemia de corona vírus, diminuiu consideravelmente a renda da população. Mexendo na estabilidade de quem já estava empregado e desestimulando aqueles que buscavam oportunidades.


A situação não ficou nada positiva. O desemprego aumentou e o desenvolvimento econômico do país caiu. A solução encontrada para manter a economia ativa foi estabelecer um plano de contingência criando medidas que asseguravam as vagas de trabalho que ainda restavam, conceder empréstimos às empresas e beneficiar a população carente com o auxílio emergencial.


Para os mais de 214 milhões de brasileiros, tudo isso ainda era pouco para manter-se durante a crise, que através de esforços vem diminuindo.


Diante desse cenário a alternativa foi se reinventar. Quem foi demitido aproveitou suas economias para investir no seu próprio negócio. Uma forma de não deixar de garantir a renda mensal. Com experiência profissional, boas ideias, de forma planejada, pôde-se realizar algo novo.


No Brasil, uma das alternativas para sair da informalidade é tornar-se um Micro Empreendedor Individual (MEI). O indivíduo passa a ser pessoa jurídica inscrita na Receita Federal com CNPJ, a partir disso, poderá contribuir por mês ao INSS com um valor bem abaixo do cobrado por outras categorias, garantido-lhe aposentadoria, benefícios assistenciais, além de ofertas de créditos para investir ainda mais no pequeno negócio.


Mas existem deveres que devem ser exercidos pelo empreendedor individual, como pagar impostos municipais (ISS) e estaduais (ICMS) com valores menores permitindo-lhe a emissão de nota fiscal eletrônica e alvará de funcionamento. Outra informação importante é que, a declaração de renda anual para MEIs difere dos demais contribuintes.


De acordo com o Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequenas Empresas - Sebrae, em 2021, quase 4 milhões de empreendedores formalizaram micro e pequenas empresas ou se registraram como microempreendedores individuais (MEIs).


Com o apoio dos governos, federações e instituições financeiras, houve um avanço no desempenho econômico para este público de trabalhadores, ativando a criação de empresas, postos de trabalho, gerando rentabilidade.


Essa modalidade de trabalho permite ao empreendedor contratar até 1 funcionário com carteira assinada.


Instituições como o Sebrae, Sesc e Senai, possuem uma gama de cursos complementares em diversas áreas, que aumentam o processo criativo fortalecendo as vendas.


Finalizando, para empreender individualmente, além de ter força de vontade, é necessário aprender com os concorrentes, ter criatividade, persistência e planejamento para expansão do próprio negócio.


Esperamos ter ajudado com este conteúdo. Um abraço cordial e até a próxima.




Foto:

https://www.pexels.com/pt-br/@quintingellar


Fonte:

https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2022-02/quase-4-milhoes-de-novos-negocios-foram-abertos-em-2021

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